Novo endereço!

Oi, gente!! Nosso blog completou um ano esse mês e para comemorar nada melhor do que uma mudança, não é mesmo? Por isso, resolvemos dar uma “cara” nova a ele (que ficou muito lindo por sinal!).

Para dar essa renovada tivemos que  mudar o nosso endereço. Então, a partir de hoje, estaremos esperando por vocês no:

blog.gabrielafaraco.com.br

Daqui a pouco faremos a estreia do novo endereço com o nosso “Weekend”…

Esperamos vocês lá!

Beijinhos!

A simplicidade das coisas simples… Por Pati Jucá

Ontem comecei um livro que na primeira página dizia “ (…) que mania as pessoas tem de achar que vieram ao mundo com uma missão”. De uma forma bem engraçada ele explica que as pessoas precisam crer que carregam um fardo, uma missão, mais ou menos para legitimar sua existência, ser útil ao mundo – e para quê? Pois é, me perguntei para quê? Como pode ser tão difícil entender que a gente SÓ veio para ser feliz. Logo pensei, se viemos para ser feliz, por que existem as coisas chatas?

Ainda sem resposta, voltei ao meu pensamento de felicidade e decidi que vim sem propósito nenhum. Vim perambular entre os vivos para ser feliz e aproveitar o sol enquanto ele ainda me esquenta.

Afim de cumprir meu objetivo, pragmática que sou, resolvi fazer uma lista das coisas que no último final de semana me deixaram feliz. Juntei dez coisas e não me acho muito diferente de vocês, entre dinheirinho no bolso e algumas outras futilidades de menina, a maioria delas é bem banal – água quente na torneira, post it colorido, caderninhos, música nova, caminhar, e por aí vai… Como não existe o bem sem o mal, imediatamente pensei nas coisas que não gosto muito, mas precisam ser feitas. Para elas resolvi usar outra estratégia, fiz outra lista e nela uso a minha razão. Vamos fazer, porque precisa ser feito. Chato ir pra academia no frio? Chato ter que programar as contas do cartão? Chato ter que ir ao super? Chato, chato, chato! Mas precisa ser feito.

Então combinamos o seguinte, razão para as coisas chatas, coração para todo o resto e vamos perambular por aí, pois a verdade é sempre simples e preciso de companhia para ser feliz!

Boa semana gente linda!

Perfil: Samira Campos

Existe uma categoria aqui no blog que ficou esquecida durante um certo tempo, a dos perfis. Então, resolvemos trazê-la de volta e fazer essa reestreia em grande estilo! Nossa primeira convidada é a jornalista de moda Samira Campos…

Formada em administração de empresas pela ESAG e pós-graduada em marketing, minha primeira curiosidade foi perguntar a ela como ocorreu essa transição para o jornalismo e, principalmente, para a moda, até se tornar a profissional que é hoje. Mas, segundo Samira, não houve transição alguma. Desde pequena já havia nela um grande interesse pelo universo da moda, já tendo tido, inclusive, uma breve experiência como modelo.

Com relação ao jornalismo, poucos sabem, mas Samira fez parte da primeira turma de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, a UFSC, chegando a cursar até a 7ª fase. Como conseguiu o registro para trabalhar antes disso, não viu necessidade em se formar. A partir daí, se apaixonou pelo jornalismo diário e atuou em diversas áreas, tornando-se editora e apresentadora do Jornal do Almoço, da RBS TV, por 20 anos. Nos anos 90, trouxe para o Jornal o quadro Ponto a Ponto, que falava sobre moda de forma direta e acessível. O projeto foi reconhecido como pioneiro no estado.

Em 2000, criou o primeiro site de moda catarinense, o Estilo Samira Campos, e há sete anos coordena e apresenta o programa de mesmo nome, que vai ao ar todo domingo às 21h, na TVCOM. Com sua experiência em marketing, dirige também seu escritório de comunicação, o Samira Campos vídeo+comunicação, especializado em life style, consultoria e assessoria para empresas do ramo de moda, gastronomia, beleza e decoração.

Em poucos dias o site Estilo Samira Campos estará de cara nova, a fim de se firmar como o maior portal de moda do estado. Perguntei a Samira como é sua relação com a internet e quais são, do seu ponto de vista, os prós e os contras desse meio de comunicação. Segundo ela, todas essas novas mídias, como Facebook e Twitter, representam uma construção diária, que demanda tempo e uma boa equipe, mas o resultado vale a pena.  Ela, que vem de uma geração sem internet, afirma que ainda está se adaptando, mas permanece otimista: “Sempre existirão as pessoas que copiam, que escrevem mal e sem conteúdo, independente do meio. O importante é saber e ter a segurança de que tudo que tiver qualidade será bem recebido”. Samira tem conversado com os principais editores do Brasil e afirma que a palavra blogueira já se tornou algo pejorativo, sinal de que está ocorrendo, aos poucos, a decadência da chamada egosfera

Sobre a importância dos acessórios em sua vida, Samira afirma que, para ela, é algo que modifica tudo: “Os detalhes são fundamentais hoje em dia, às vezes você pode botar o mesmo vestido preto com um super colar, duas pulseiras cuffs e você transforma totalmente o look, podendo ir do moderno ao vintage facilmente. Acessórios podem dar todo um toque especial, um sapato, um colar, um brinco lindo… É isso que faz a diferença”.

Entre os desejos de consumo de Samira estão os anéis no estilo renascentista, com banhos escuros e mais românticos, seguindo a linha da Prada (estilo que voltou à moda com força total após a aclamada coleção de Primavera/Verão 2011 Minimal Baroque e continua firme até hoje). Para ela, que é fã declarada das cuffs e do anelismo, quanto maior melhor.

Tendências para o inverno: Tons metalizados, terrosos e preto e branco.

Apostas para o verão: Tons pastel, neon e flúor.

Referência: Apesar de Samira não gostar do termo, ela cita Costanza Pascolato, por seu estilo, conteúdo e personalidade.

Estilista: Ronaldo fraga, pela forma como se expressa em suas criações.

Marca: Animale, como roupa, atingiu um nível de qualidade e estilo impecáveis.

Conteúdo de moda: Revista Vogue (Samira afirma sentir falta de profissionais que se destacam individualmente hoje em dia, principalmente porque o mercado atual exige que tudo seja feito muito rápido, o que acaba prejudicando a qualidade dos materiais).

Por Julia Lindner

Fotos: Marcos Medeiros

Samira usa colar – C0629 e Q0173

Para manter o brilho… Por Pati Jucá

Amo Dia dos Namorados !!

Já tinha escrito outro texto sobre o tema, mas numa segunda lida, apaguei tudo. Todo mundo tem uma ideia, uma dica e, às vezes até uma promoção, para aumentar o clima de romance. Vou nadar contra a maré, vou dar dicas de como não acabar com o romance. Sim, porque nós mulheres, assim que confortáveis na posição de “as escolhidas” esquecemos de coisas que não devem ser esquecidas. OK, os homens também, mas meu papo é com vocês…

Se você amiga leitora, namora há muito tempo, já casou (yupi!) ou está entretida na espera de um baby, é hora de uma pausa para meditação. Seja sincera e pense comigo pelo menos uma coisa que você não faria caso conhecesse seu amor há duas semanas. Vou eu falar das minhas sinceridades para abrir caminhos a imaginação: (a) não dormiria de rímel… o que acontece que viramos pandinhas? (b) Ja-mais tiraria as sapatilhas depois de duas horas de caminhada (c) não diria que estou chegando, quando na realidade estou no portão de casa – faço muito isso (!).

Sinceramente ninguém vai desgostar de um amor por isso, não é por aí. Revertendo o quadro para o lado dos homens, não é uma toalha molhada em cima da cama que termina um romance. Mas, e uma toalha dobrada, quentinha, te esperando sair do banho, não é bem melhor? E essa toalha, também não é mais uma forma de dizer eu te amo? Conheço a história de um casal em que o papis, em dias frios como hoje, passa a ferro o lado da cama da mammys, para que quando ela chegue já esteja quentinho… E, nesse caso, o casal é esse aí de cima na foto, os pais da Gabi. Não é demais? Seu Faracão sabe como (re)conquistar uma mulher, mesmo após quase 30 anos!

Sejamos nós quem cuida desse brilho do relacionamento, pois tudo o que refletimos volta para nós. O mais legal de um relacionamento longo é a liberdade de sermos nós mesmas, e porque não sermos a melhor versão para nós mesmas?

In the end the love you get is equal the love you give – Sir Paul McCartney

Boa semana gente linda!

Thinking…

Hoje, quem escolheu o textinho do “thinking” fui eu, Gabi. Ontem uma amiga me indicou um blog e logo que abri me deparei com esse texto… Gosto de dividir com vocês aquilo que, quando leio, me dá um certo “estalo” e causa algum tipo de reflexão, esse texto foi um destes! Pedi a Rezinha que me emprestasse a coluna dela de hoje pra eu dividir com vocês essa leitura que, com certeza, vai fazer todos refletirem um pouquinho!

Vale a pena! Espero que  gostem!

 AMOR –  4 SÉRIES X  8

“Não adianta. Mudam-se as cores do inverno, os sorrisos, as páginas das revistas, as dez mais bonitas. Mudam-se as tecnologias, as manchetes, o preço do pão, o jeito como você corta o cabelo. Mudam-se os sonhos, o clima lá fora, o tom do batom, a decoração, o que você espera de si mesma. Tudo muda o tempo todo. Mas uma coisa não muda. Não sai de moda. Não fica velho, nem ultrapassado. Quer saber? Acho amar a coisa mais eterna que existe. Não há nada mais moderno. Mais transgressor. Mais ousado – e mais antigo – que isso. Num tempo onde as pessoas mal têm tempo, amar virou coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito (e muito jogo de cintura) para seguir o que temos de mais criativo: o coração. É o amor que nos faz ver o mundo de um jeito mais belo. E é o amor (e só ele!) que nos traz o valor exato das coisas simples. E você não precisa necessariamente amar uma pessoa. O amor é democrático. Você pode – e deve – amar a si mesmo e ao mesmo tempo amar alguém (essa, sim, é a melhor combinação!). E também amar a vida. Amar um projeto. Um trabalho. Um sonho. Ou – porque não? – simplesmente amar o amor. Se todo amor vale a pena? Eu acredito que sim. O mundo não está  triste só por causa das  guerras, do superaquecimento global e do tal “salve-se quem puder” As pessoas se escondem  atrás das tecnologias e de um falso liberalismo pra camuflar seus medos. Para enganar seus desejos. Ah, me desculpem, mas no fundo todo mundo quer mais é se apaixonar! Mentira minha? Duvido. Todo mundo quer amar, todo mundo quer encontrar alguém especial, todo mundo quer se livrar do medo que nos impede de andar de mãos dadas. É certo que há quem prefira o morno, os relacionamentos superficiais, as noites vazias. (Relacionamentos trazem tantos problemas e alegrias quanto estar só, isso é uma verdade). Mas tenho a impressão de que todos nós temos um leve romantismo escondido, um desejo real pelo amor, uma necessidade de amar e ser amado sem a qual a vida não teria graça. (E não haveria tantos poetas, tantas canções bonitas e tanta insônia por aí). Escrevi, uma vez, uma letra onde canta a seguinte frase: “Será que amar é mesmo tudo”? Na época eu não saberia responder. Mas, hoje, cheguei a uma breve conclusão: não, amar não é tudo. É quase tudo. Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. Se eu estou amando? É, devo admitir. Depois de vários romances sem fim, me apaixonei por mim mesma. E, como presente,  ganhei um novo amor que é fruto de todos os grandes amores que tive. Sorte minha? Talvez. Mas amor não é apenas sorte. Não pensem também que amor é a solução pra todos os nossos problemas. Não. Amor não é solução. Amor é prêmio. Recompensa feliz para quem – afinal de contas – conseguiu manter-se fiel a si mesmo. Por isso, escrevo esse texto. Em uma época em que os desejos duram o tempo de uma estação, acho o AMOR o exercício mais radical que podemos fazer.”

(O coração agradece!)

Fernanda Mello